Agosto 2009


Agradecendo à Harlen Félix, Editor e jornalista, Daniele Fenti, Repórter e Jornalista, pela disposição, atenção a mim dedicados! Obrigada!

No dia 2 de agosto, como matéria do caderno VIVA, Jornal BOM DIA!

Um pouco mais da agora inevitável presença da China na minha vida! rs

BOM DIA-VIVA

BOM DIA-VIVA

Obrigada a todos!

Um grande beijo!

Carol

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Há quase quatro meses em casa. De volta aos velhos hábitos, “pras coisas que eu deixei”, para as pessoas que amo e blá e blá e blá

Até onde o amor te consola? Até onde ele te sustenta? Até onde conforta?

A casa da gente é o lugar pra onde sempre voltamos e pra onde sempre podemos voltar. É essa noção que levamos quando partimos. Mas levamos quando partimos!(…)

É difícil quando agente passa a ter autonima de discernimento que foi justamente aprendido em casa, e acaba por usá-lo dentro dela mesma.

Se relacionar dentro da instituição família. Já percebeu o quanto isso é difícil?  O quanto isso requer práticas de (con)vivência minuciosíssimas para poucos anos de idade? E pior já parou pra pensar que pode ser o lugar onde menos usamos critérios de civilidade?

Espaço sempre foi uma causa que sempre briguei na minha vida. Independente do sentido que tenha. Espaço físico, comportamental, privado, público, o de me expressar, verbalizar, o meu, o seu. Por isso, sempre fiz questão de determinar o meu. Não como forma delimitar, supervisionar e especificar até onde você pode chegar (não dentro de casa), mas como forma de dizer que assim como exijo que respeite o meu lado, faço questão de reverenciar o seu!

Chegando em casa, tudo estava do seu mesmo jeito de quando eu parti. Os móveis, a disposição dos comodos, as janelas, as portas, a metragem. E veja só, até o número de pessoas!.. Ninguém a menos, mas o que foi inevitável notar, eu a mais.

Começou com um simples desfazer de malas e espaço nas gavetas, e foi até à circunstâncias agora até que cômicas:  uma luta (sem vencendor real) para o pódio de possuidor de mais direito, até chegar em *de que lado você está?

Nem me passa pela cabeça fazer disso o drama do post ou me vitimizar por aqui. Foi só a constatação mais fria e sem melismas que se chega após alguns desencontros na boa tolerância que se deveria tomar nas relações familiares!

Ouvimos uns, escutamos outros, ouve o que se quer, escuta o que não e assim vão-se os dias. nota-se posturas, percebe-se distâncias e vai que passam mais dias e os antigos abismos que a saudade afastou (temporariamente, era o que não sabia), vão tomando novamente proporções que vão se retornando irreversíveis. Parece uma contradição dizer que *retorna irreversível, mas tem seu sentido.

E em casa acontece isso ás vezes… Levanta-se bandeiras, toma-se partidos e não se percebe que a guerra subliminarmente cravada, é contra si próprio que fica por aí vagando procurando refúgio em terras distantes. E acredite em mim, esses refugios serão meros oasis!

De pouco adianta meias convivências e meias palvras! Pra alguns isso nao faz diferença, mas pra outros fica nó na garganta e nódulos no coração. E não pense você (é você mesmo!) que menosprezando ou discreditando do que eu disse até aqui, eu acredito que isso não te afligi de outras formas na mesma intensidade!…

Sei e confesso que tenho minhas parcelas de culpa em partes iguais em muitos aspectos nessa maré de desentendimentos que estã passando. Mas o que não dá, é ser conivente, submissa ou sempre dar o braço a torcer e o primeiro passo pra que as coisas melhores à panos quentes. O que há tempos não tem mais acontecido!…

Mas deu! A saudade já matou, a novidade já passou, os assuntos já acabaram e a rotina dura e corrida pegou todo mundo denovo! A dura responsabilidade que sempre será perpetuar laços, sempre precisará de manuntenção! Por mais que eles já estejam fincados muito além do que nossa vã filosofia possa tentar entender, deixar que o ´nada´ acerte as diferenças, traz resultados que só o ´nada´pode trazer!…

Diminiu o espaço no guardaroupa mas também no coração dos que não tem mais argumentos pra se convencer que sempre valerá a pena!

É triste. Mas é crescimento, passa e sempre é hora de partir!…

on the road again!...

on the road again...

Cuspido e escrito de uma só vez e sem revisões!…

por isso, outra hora mais!…

Carol

Ah!.. existem presentes na vida da gente que são inimagináveis de calcular!

Foi uma das grandes razões que me motivaram a retornar ao Brasil que hoje, me torna uma mulher-amiga-mãe; completa!

...a looooong time a go!...

...a looooong time a go!...

Existem muitos tipos de amizade pela vida… Muitas, poucas, fartas, distantes, presentes, escassas. Mas existe uma. Aquela. Que não se troca nem se vende e que o tempo, a ocasião, a distância não amenizam. É dessas que ficam na vida por ela toda e não estão pra ser substituídas!

É assim desde muito tempo atrás, quando eu nem me dava por gente e já dividia minha vidinha com ela e quando nossos problemas se resumiam a paixões eternas de 15 minutos! Os problemas que um primário escolar oferece, a dura jornada de volta pra casa e os intermináveis finais de semana de looongas noites (jogando banco imobiiário!) sem dormir, o ginásio, o colegial, a maturidade… Tanta coisa foi acumalndo na nossa história! Tanta coisa!… Mas qualquer dia desses, reservo um  grande espaço pra contar parte dela!

Fazendo conexão com outros tópicos que já escrevi aqui, pra essa parte do coração; amizade, também há a fase de desencontros! Que por tudo que nos acontece, ficamos ausentes e botamos outras coisas em ordem. Mas, como já foi dito também, sempre existe a hora (e nunca é tarde) de resgatar o que realemente importa!

minhas!

minhas!

Os grandes amores da minha vida, são feitos assim! Não de segundos, de terceiros, de casos relâmpagos super-elaborados ou de exclusivos amores mal resolvidos, não. São de termos muito mais significantes e completos!

Há uns bons 12 ou 13 anos atrás, fizemos um acordo. Que nossos primeiros filhos, seriam nossos afilhados . Não importando condições, circunstância ou situação. E daí o tempo passando e a vida levando, agente não se pega em lembranças… Até que nos lembramos delas! É preciso estar do outro lado do mundo, pra entender o valor que as coisas realemente tem!

Eu não tiro o título de ‘transformação de vida’ das mães, porque quando ocorre a maternidade, mesmo que muito planejada e medida, vem com muita surpresa e cheia de novidades. E também vá lá… ser mãe deve ser algo até que espetacular… Mas ser especialmente escolhida pra dividir tudo que isso envolve e ganhar de presente título de “sub-mãe” não há nada pra ser comparado!

Ah!.. Acompanhar a outra parte da minha alma gerando outro serzinho que você sabe que fará parte integral da sua vida tanto quanto a primeira é emocianante! E depois de 7 meses, poder enxergar o que até então cabia só na imaginação, não tem preço!

mães

mães

Levando em consideração tudo isso, os anos de amizade, o peso que essa tem, e minha passionalidade a flor da pele, digo e repito estar completa!

Eu poderia ser madrinha antes, depois, de outra criança, por uma outra amiga, mas jamais seria tão perfeito e certo, como Anninha e Liz na

minha vida!

Faço votos pra que você entenda o que é ter uma amizade assim! Amigos as vezes nos aparecem aos baldes e nos enchem de alegria, mas os você realmente pode sempre voltar depois dos percalços, são singulares!

Entre as coisas mais lindas que eu já conheci, só reconheci minhas cores nela!…

Um beijãozão com cherinho de bebê!

peace of my heart

peace of my heart

Até daqui apouco!

Carol

(deixa um oi, hein? rs)

🙂

Eu acho que até agora nesses textos que já escrevi pro blog, sempre (insistidamente) citei e sempre vou citar situações que relacionem e digam sobre valores, conceitos, princípios. Não por intenção premeditada, mas porque essas ‘coisas’ estão tão presentes no meu dia (e são tanto quanto defendidas por mim), que tudo que me diz respeito, acaba sendo avaliado pelos mesmos. Ou seja, invariavelmente, aqui se fala sobre Identidade!

Mas pretendo ser um pouco mais abstrata no que tenho a dizer agora!

As vezes, se deseja algo com emoção que não se classifica entre mais nobres. E acaba-se por sentir apego, inveja, possessão, vingança e tantos outros sinônimos que podem brotar de um ego ferido. E então, aquilo que não está pra ser compreendido e o que não se pode enxergar a olho nu, quando com essas intenções, invade a paz de quem se refere com tanto sinônimo que acaba realmente conseguindo deixar parte do outro pertubado de fato!

Tá.:

inperceptiveis à razão

inperceptiveis à razão

Eu acredito em muitas coisas! Muitas das quais se eu citasse aqui, você provavelmente deixaria de me levar muito a sério (rs), mas acredito na capacidade de atingir o outro através de maus pensamentos sim. Nem que seja um incomodozinho, que atingi, atingi. Ficamos confusos, as oportunidades se afastam, as pessoas se distanciam e não enxergamos dois palmos a frente do nariz e se não tivermos consciência de uma porção de coisas, ficamos nessa por tempos a fio. O problema, é que  temos mais força do que pensamos, seja ela boa ou ruim.Uma coisa que aprendi é que nada é definitivo! Por isso, essa más intenções que acabam se aproximando e até seguindo por um tempinho, logo se diluem quando se tem idéia do que se passa! E somos capazes de dar o troco incoscientemente e de um jeito que desconhemos!

Quando você assume postura de você mesmo e põem rédias firmes nos seus rumos, as coisas se invertem!

Não adianta!…
Pode tentar, forçar, espernear, mas nada, NADA se consegue se a parte pura (se ainda lhe restar) da sua alma não estiver de comum acordo! Tudo que não for de coração limpo, sincero, não consegue ir muito longe! E ainda se inverte contra si próprio! Seja no trabalho, nos relacionamentos, na vida! Nada que seja feito sem o mínimo de bom senso tem capacidade significativa! E nada que seja combatido com indiferença e perdão, não seja curado!

De fôlego dobrado, missões cumpridas, atividades retomadas, rumos redefinidos e coração preenchido, posso dizer que estou devolta e muito bem em estar de volta! O que me importa de verdade, são as minhas mais lindas novidades que estão me acontecendo agora! E estas, eu não deixo qualquer cisco levar!

Ir contra ao seu senso crítico, é atraso de vida!

Reservei esse espaço hoje aqui, pra falar de coisas mais “incorpóreas” que acredito e que talvez possam servir pra algo do seu dia! Talvez boa parte (ou tudo) que se mencionou até aqui, não seja compreendido. Mas vale mais pra o que você tem aí junto com você! 😉

Boas reflexões!

[ou indagações!]

Breve mais!

Grande beijo!

e ah!

Diódi Nins Lens! (21x) ___ Porque eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge! E tenho dito! rs

inté!

Carol

(ah! deixa um oi pra eu saber que você passou aqui, vai?rs beijos!)