Cagoline's :D


Agradecendo à Harlen Félix, Editor e jornalista, Daniele Fenti, Repórter e Jornalista, pela disposição, atenção a mim dedicados! Obrigada!

No dia 2 de agosto, como matéria do caderno VIVA, Jornal BOM DIA!

Um pouco mais da agora inevitável presença da China na minha vida! rs

BOM DIA-VIVA

BOM DIA-VIVA

Obrigada a todos!

Um grande beijo!

Carol

Ah!.. existem presentes na vida da gente que são inimagináveis de calcular!

Foi uma das grandes razões que me motivaram a retornar ao Brasil que hoje, me torna uma mulher-amiga-mãe; completa!

...a looooong time a go!...

...a looooong time a go!...

Existem muitos tipos de amizade pela vida… Muitas, poucas, fartas, distantes, presentes, escassas. Mas existe uma. Aquela. Que não se troca nem se vende e que o tempo, a ocasião, a distância não amenizam. É dessas que ficam na vida por ela toda e não estão pra ser substituídas!

É assim desde muito tempo atrás, quando eu nem me dava por gente e já dividia minha vidinha com ela e quando nossos problemas se resumiam a paixões eternas de 15 minutos! Os problemas que um primário escolar oferece, a dura jornada de volta pra casa e os intermináveis finais de semana de looongas noites (jogando banco imobiiário!) sem dormir, o ginásio, o colegial, a maturidade… Tanta coisa foi acumalndo na nossa história! Tanta coisa!… Mas qualquer dia desses, reservo um  grande espaço pra contar parte dela!

Fazendo conexão com outros tópicos que já escrevi aqui, pra essa parte do coração; amizade, também há a fase de desencontros! Que por tudo que nos acontece, ficamos ausentes e botamos outras coisas em ordem. Mas, como já foi dito também, sempre existe a hora (e nunca é tarde) de resgatar o que realemente importa!

minhas!

minhas!

Os grandes amores da minha vida, são feitos assim! Não de segundos, de terceiros, de casos relâmpagos super-elaborados ou de exclusivos amores mal resolvidos, não. São de termos muito mais significantes e completos!

Há uns bons 12 ou 13 anos atrás, fizemos um acordo. Que nossos primeiros filhos, seriam nossos afilhados . Não importando condições, circunstância ou situação. E daí o tempo passando e a vida levando, agente não se pega em lembranças… Até que nos lembramos delas! É preciso estar do outro lado do mundo, pra entender o valor que as coisas realemente tem!

Eu não tiro o título de ‘transformação de vida’ das mães, porque quando ocorre a maternidade, mesmo que muito planejada e medida, vem com muita surpresa e cheia de novidades. E também vá lá… ser mãe deve ser algo até que espetacular… Mas ser especialmente escolhida pra dividir tudo que isso envolve e ganhar de presente título de “sub-mãe” não há nada pra ser comparado!

Ah!.. Acompanhar a outra parte da minha alma gerando outro serzinho que você sabe que fará parte integral da sua vida tanto quanto a primeira é emocianante! E depois de 7 meses, poder enxergar o que até então cabia só na imaginação, não tem preço!

mães

mães

Levando em consideração tudo isso, os anos de amizade, o peso que essa tem, e minha passionalidade a flor da pele, digo e repito estar completa!

Eu poderia ser madrinha antes, depois, de outra criança, por uma outra amiga, mas jamais seria tão perfeito e certo, como Anninha e Liz na

minha vida!

Faço votos pra que você entenda o que é ter uma amizade assim! Amigos as vezes nos aparecem aos baldes e nos enchem de alegria, mas os você realmente pode sempre voltar depois dos percalços, são singulares!

Entre as coisas mais lindas que eu já conheci, só reconheci minhas cores nela!…

Um beijãozão com cherinho de bebê!

peace of my heart

peace of my heart

Até daqui apouco!

Carol

(deixa um oi, hein? rs)

🙂

Cheguei em casa há 2 meses mais ou menos. Pulei no colo da mamãe, curti o abraço do papai mas principalmente redescobri meus irmãos!

A uma certa idade, agente se distancia muito deles pela diferença de um, dois, quatro, seis, não importa quanto anos são. O fato é que aquela linhazinha que separa fases de crescimento, também é a mesma que define precipicios de distancia dos seus irmãos.

Tenho uma irmã de 17, e um irmão de 14 quase 15 anos. Da Dani tenho 4 e do Jean tenho 6 anos de diferença.

vossas altezas!

vossas altezas!

Quando entrei na minha adolescência, a Dani continuava lá na casa de bonecas e isso gerou brigas horrendas do tipo “mãe, ela não quer ser a barbie!!!”. Meu irmão, no video game. Mais tarde, era “Mãe!!! A Dani pegou minha calça e meu sapato sem pedir!!!” (e mesmo pedindo, não aliviava nada).Jean, video game. Um tempo depois, a encrenca era “Mãe, a Cacá não quer me levar pra sair na festa do colégio dela!!”. Jean-videogame. E assim por diante… O tempo passando, agente crescendo e a vida ganhando peso.

dani e eu!

dani e eu!

E aí foi, que as responsabilidades se equipararam e agente vivia em função de cumprir com elas. E isso se estendeu por anos. Enquanto estávamos ocupados demais com nossos mundos particulares, o convívio dentro de casa passou a ser raro, e quando estamos assim, olhando só pra frente, não paramos pra dar uma olhadinha no beliche de baixo e ver quem está todos os dias por ali!

Depois (e ainda bem que agora) agente redescobre eles! E é um barato!

Poxa! Quando cheguei na rodoviária da minha cidade, depois de dois dias entre vôos, escalas, aeroportos, rodoviárias e onibus e fui recebida pelos braços de um mulherão e um homem de voz grossa que não eram meus pais, mas caramba!… meus irmãos, foi um maximo!

doutor jean!

doutor jean!

Foi tão diferente os ver assim, de longe, como alguém que volta do outro lado do mundo e depois de tanto tempo!…(e estranho ver o resumo de um período estampado em alguns (vários) centímetros a mais que os seus)(…)

No carro, pra casa, fomos conversando e acelerando os temas que seguiriam nossos papos em casa, desde as urgências até os arquivos confidênciais…Com cara de boba e coração transbordando de saudade foi encantador os ter do meu lado denovo.

É sentir parte de você mesmo, tocar pedaços próprios e o mais bacana: se enxergar e se encontrar neles!

O pedaço que me faltava, a parte incompleta se reintegrou agora. E reconfortada pelo dengo de casa, boa parte da insegurança e incerteza por voltar a tudo que havia deixado, ficaram lá na rodoviária junto com tudo que não servia mais!

De tanto tempo que não escrevia por aqui, resolvi recomeçar por algo significante!  Do muito que ainda tenho que atualizar, vou me despedindo deixando meu grande beijo à todos e especialmente à Dani e ao Jean, que sem eles, meu mundo seria bem sem graça!

 

infantes!...

infantes!...

Por agora só, mas daqui a pouquinho mais!

É muito bom estar de volta!

Um grande beijo!

Carol